A IDADE MENTAL DO ESPÍRITO – A INTELIGÊNCIA E A MORAL


OBJETIVO

Temos vivido dias difíceis e confusos em uma sociedade ainda individualista, presa ao egoísmo, à indiferença, à violência e à ganância. Com isso, as diferenças têm se acentuado bastante, gerando conflitos diversos e evidenciando que a brutalidade e a ignorância ainda dominam uma grande parte da humanidade.

Ao mesmo tempo, vê-se a solidariedade e a caridade ficarem restritas a pequenos grupos com pouca repercussão na mídia.

O objetivo desta palestra é esclarecer que as estas grandes diferenças observadas entre os seres humanos no planeta Terra devem-se às imperfeições dos Espíritos aqui encarnados, proporcionais a pouca idade sideral, à imaturidade e à inexperiência.

RESUMO DO CONTEÚDO ABORDADO

A imperfeição no Espírito é proporcional à sua pouca idade sideral, à imaturidade e à inexperiência. O espírito entrando no período de humanidade ainda conserva traços característicos de sua animalidade, pois sua consciência, bruta e instintiva, começa a despertar, sendo necessárias várias vidas na matéria para que ele venha colher experiências boas e más e poder forjar uma consciência lúcida e pura.

Tudo, no início, que o Espírito faz, tanto encarnado como desencarnado, é acompanhado de erros, brutalidade, crendices, superstições e uma longa lista de desacertos e desequilíbrios. Toda criatura imperfeita é muito passional, agindo mais pelo instinto e pela emoção.

Os primeiros progressos se realizam muito lentamente e ao longo das sucessivas gerações o Espírito pode apresentar sinais mais ou menos pronunciados do seu estado primitivo, uma vez que nada na natureza se faz por transição brusca. O progresso intelectual e o progresso moral se fazem mais rápidos à medida que o Espírito adquire mais experiências usando seu livre-arbítrio.

Considerando que Espíritos de ordem inferior e muito atrasados podem reencarnar entre homens adiantados, na esperança de também se adiantarem, pode-se encontrar seres ainda muito embrutecidos ou selvagens no seio da mais adiantada civilização. São selvagens que da civilização só têm o exterior.

Ramatis considera que os terrícolas ainda são muito semelhantes às crianças analfabetas, ignorantes, irresponsáveis, egoístas e destruidoras, que frequentam as escolas primárias do mundo e, como vândalos, arrasam cidades com bombas atômicas, destroem bibliotecas, templos, escolas, hospitais, institutos de cultura, florestas, rios, lagos, pomares e jardins aniquilando as reservas de alimento da própria humanidade.

Depois das inevitáveis decepções, fracassos, traumas, dores e enfermidades vão de porta em porta buscando uma saída, uma luz, uma informação, algo que possa tirar deles a tristeza, a mágoa e outras feridas profundas de suas almas.

À medida que a humanidade progride esses homens, nos quais o instinto do mal predomina, desaparecerão gradualmente renascendo posteriormente em novas oportunidades em épocas e locais adequados às suas necessidades evolutivas. Assim terão mais experiência, podendo compreender melhor o bem e o mal. O mal é tão somente uma condição transitória, decorrente da imaturidade espiritual dos espíritos, e que será superada gradativamente à medida que o homem se conscientize do benefício do bem, do justo e do correto.

Mesmo sob a perversidade humana que mata outro ser vivo, o criminoso só destrói o “traje” carnal provisório da vítima, sem atingir-lhe o espírito imortal. Assim, o princípio de causa e efeito proporciona uma nova existência física para a vítima, auferindo-lhe mais proveito e compensação, porque ela foi perturbada no seu ciclo de evolução espiritual.

Porém só ao cabo de muitas gerações o desenvolvimento se torna completo. As qualidades morais, boas ou más, do homem são as do Espírito nele encarnado. Quanto mais puro é esse espírito, tanto mais propenso ao bem é o homem.

No âmbito pessoal lutamos contra inimigos terríveis, domiciliados dentro de nós mesmos, que são o egoísmo, a violência, a ignorância, os vícios, etc. A sociedade apenas reflete coletivamente o que ainda somos. Por isso, encontramos por toda parte criaturas que nos contrariam, ferem, ofendem, prejudicam e arrasam. Estão agitadas, perturbadas, desajustadas, desorientadas, revoltadas com Deus, consigo mesmo, com o próximo e com tudo.

Todo sofredor e desequilibrado é portador de imperfeições graves que os vitimam. Para o aperfeiçoamento são necessários entendimento, esforço, luta e perseverança. Descubra em você, confrontando com o Evangelho, a distância que você se encontra de Deus e da espiritualidade.

A luta do corpo é para beneficiar o espírito, que sai de cada vida mais forte e experiente. Evoluir é conquistar graus mais elevados de consciência. Eis a verdade e o porquê da Vida.

Muita Paz!

Referências bibliográficas:

  1. O Livro dos Espíritos

  2. Evangelho à Luz do Cosmos – Ramatis

  3. A Vida Humana e o Espírito Imortal – Ramatis

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