O EVANGELHO – A LEI MORAL – O LIVRE ARBÍTRIO.

O EVANGELHO – A LEI MORAL – O LIVRE ARBÍTRIO.


OBJETIVO

Promover a reflexão sobre a grande responsabilidade de nossas escolhas e suas influências em nossos destinos, uma vez que colhemos hoje as consequências de nossos atos pretéritos, evidenciando que devemos sempre agir avaliando os possíveis resultados para não sofrermos consequências dolorosas no futuro e, ainda, conscientizar a importância do Evangelho como bússola a guiar o espírito em sua caminhada de ascensão.

RESUMO DO CONTEÚDO ABORDADO

Os Espíritos são os seres inteligentes da criação, criados simples e ignorantes por Deus e submetidos às inúmeras experiências para o desenvolvimento de seus potenciais divinos latentes.

Nas primeiras experiências o espírito ainda não se conhece, nem decide, pois só o instinto o conduz até que os primeiros rudimentos de suas faculdades superiores apareçam e o despertem para a liberdade de escolhas. Seu discernimento e sua consciência desenvolvem-se cada vez mais à proporção que percorre essa nova e imensa jornada. Colocado entre o bem e o mal, compara e escolhe livremente exercendo o livre-arbítrio, colhendo as consequências de suas decisões, sofrendo com os erros e se alegrando com os acertos. É no seio das provas que ele obtém a experiência e constrói a sua estrutura moral, corrigindo as imperfeições e desenvolvendo as virtudes.

O Espírito sem o livre-arbítrio seria como uma máquina e não poderia ser responsabilizado por seus atos. Em cada encarnação ele traz sua bagagem milenar de experiências já vivenciadas e que o influencia nas novas escolhas através de predisposições, tendências e inclinações. Como o espírito adquire novas experiências e aprendizados na atual encarnação, ele deve avaliar as novas escolhas diante das situações atuais, sem se deixar levar cegamente pelas tendências anteriores.

Os Espíritos Superiores ensinaram que os espíritos não passam pela fieira do mal, mas sim, pela fieira da ignorância. É a ignorância que os faz agir prejudicando tanto o próximo, quanto a si mesmos.

Deus envia, periodicamente, irmãos mais adiantados na senda espiritual para esclarecer os homens, através de revelações e ensinamentos convergentes e de ordem mais elevada, que os auxiliam a despertar suas consciências e harmonizarem-se às Leis Divinas.

O Evangelho é o “caminho” da evolução indicado pelo Criador à criatura, constituindo-se numa fonte íntima de libertação do Deus em nós. As regras do Evangelho, ensinadas para a vivência correta e evolutiva das humanidades dos mundos físicos, correspondem aos mesmos esquemas disciplinadores da vida das constelações, dos planetas e asteroides pulsando no Universo. Com isso, a criatura evangelizada vive no seu “microcosmo”, a mesma pulsação criativa e vibração sublime do “macrocosmo”. Integrando-se na vivência do Evangelho, o Espírito exercita-se no mundo transitório da matéria, para assimilar e ajustar-se ao metabolismo da Lei Suprema do Universo.

Embora o Evangelho seja o resumo espiritual elaborado de acordo com a cultura e os costumes da etnia judaica, ele consegue expor a mensagem para qualquer temperamento humano, em face de sua contextura de universalidade, inclusive proporcionando novas interpretações educativas e redentoras em conformidade com qualquer época.

A mais breve ou demorada integração ao Evangelho depende fundamentalmente do grau da consciência espiritual de cada um e do esforço que esteja disposto a fazer para romper com tudo que o aprisiona na vida ilusória e em suas tendências inferiores.

Pelo uso do seu livre-arbítrio, o Espírito traça o próprio destino e constrói suas alegrias ou suas dores. Jamais, porém, lhe será negado o socorro divino no curso de sua marcha, seja na provação amargurada ou no seio da luta ardente das paixões. Nunca deve esmorecer, pois, por mais indigna que se julgue, a Providência Divina dar-lhe-á auxílio e proteção desde que em si desperte a vontade de voltar ao bom caminho.

Muita Paz!

Referências bibliográficas:

  1. O Livro dos Espíritos – Allan Kardec

  2. O Evangelho segundo o Espiritismo – Allan Kardec

  3. O Evangelho a luz do Cosmo – Ramatis

  4. Depois da morte – Léon Denis

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