OS POBRES DE ESPÍRITO CULTURAS MATERIAL E ESPIRITUAL – ORGULHO E VAIDA

OS POBRES DE ESPÍRITO CULTURAS MATERIAL E ESPIRITUAL – ORGULHO E VAIDADE


OBJETIVO

Provocar uma reflexão sobre como a obtenção de conhecimentos materiais e espirituais pode atrapalhar ou promover a evolução do espírito, posto que a humanidade em geral, adquirindo conhecimento, muitas vezes se deixa arrastar pelo orgulho, pela vaidade, pela presunção, pela arrogância e pela soberba. Destacar que o mais alto ideal da vida é que o Espírito se liberte do domínio da matéria, dos desejos e das ilusões humanas, e privilegie os valores espirituais, tais como a humildade e a simplicidade.

RESUMO DO CONTEÚDO ABORDADO

A incredulidade zombou da máxima “Bem-aventurados os pobres de espírito”, sem a compreender. “Pobres de espírito” não são os pobres de inteligência, mas os humildes e simples, ou seja, aqueles que não se deixam levar pelo orgulho, pela vaidade, pelas riquezas e posições materiais ou pela presunção de superioridade espiritual.

Os intelectuais, muitas vezes, formam tão alto conceito de si próprios e da sua superioridade que consideram as coisas divinas indignas de lhe merecerem a atenção. A cultura material muitas vezes os leva ao orgulho e à presunção, pois muitos homens tomam a inteligência que possuem como medida da inteligência universal e julgam-se aptos a compreender tudo.

O homem encarnado sempre valorizou muito a matéria tangível, iludido de que esta é a única realidade da existência. Este mundo material, conhecido como o mundo de “Mamon”, cujos valores intrínsecos de sua natureza física são preciosos e cobiçados, como o ouro, os bens, os títulos e os prazeres imediatos, representam apenas os objetos escolares para o curso educativo e transitório, que serve para os espíritos efetivarem a sua alfabetização sideral neste planeta.

Por isso, servem por pouco tempo, apenas enquanto o espírito imortal vive encarnado em cada existência física, pois nada de material se leva para a vida espiritual. São apenas instrumentos e meios, que atendem necessidades na matéria, mas que acima de tudo, deveriam servir para ensinar aos homens a libertação do domínio das paixões animais. Mamon é o mundo material.

Mamon é a inteligência do homem transitório Quem adora “Mamon”, sem extrair lições superiores da forma, certo de cultuar um bem definitivo e supremo, desperdiça o seu precioso tempo entretido e iludido com a natureza de uma vida efêmera e fugaz!

Não pode o homem servir a dois senhores, simultaneamente, pois enquanto ele não completar o serviço do primeiro, que é Mamon, jamais fará obra perfeita ao segundo, que é Deus!

Outros acreditam que possuir cultura espiritual, esotérica e filosófica pode lhes garantir a superioridade e um lugar de honra após a morte. Na realidade este tipo de conhecimento nem sempre significa grande espiritualidade e religiosidade. Somente a simplicidade de coração e a humildade de espírito podem resultar em efetiva elevação espiritual.

Entretanto, todos, indistintamente, retornarão ao mundo espiritual, quando então os olhos se abrirão e será inevitável reconhecer o erro em que caíram. A predominância do egoísmo fortalece o orgulho, a vaidade e o materialismo, os quais afastam o homem de sua real evolução. Com isso os homens perdem todas as oportunidades de se realizarem, de dar expressão à beleza, dignidade, nobreza, grandeza e riqueza latentes em si mesmos.

A ausência de valores espirituais justifica o grande número de pessoas desajustadas no mundo em que vivemos, pois não sabem quem são, de onde vieram e para onde estão caminhando. Não encontram um sentido maior na vida.

Neste contexto, o Espiritismo pode contribuir para o progresso da humanidade destruindo o materialismo e fazendo os homens compreenderem onde está seu verdadeiro interesse. A vida futura, não estando mais encoberta pela dúvida, fará o homem compreender que pode, desde já, preparar seu futuro.

Ao destruir o orgulho, a vaidade, os preconceitos e o egoísmo, a Doutrina ensina aos homens a grande solidariedade que deve uni-los como irmãos.

Muita Paz!

Referências bibliográficas:

  1. O Evangelho segundo o Espiritismo – Allan Kardec

  2. Evangelho à Luz do Cosmos – Ramatis

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