A REENCARNAÇÃO – A LEI DAS EXISTÊNCIAS SUCESSIVAS DO ESPÍRITO.


OBJETIVO

Promover a reflexão sobre a pluralidade das existências, como meio de progresso do espírito, criado simples e ignorante. Conscientizar que o encadeamento das vidas sucessivas evidencia a justiça divina e sua infinita misericórdia ao possibilitar várias oportunidades para o desenvolvimento do Espírito imortal.

RESUMO DO CONTEÚDO ABORDADO

A Reencarnação é um dos pilares básicos da Doutrina Espírita e fazia parte dos ensinamentos do Cristianismo Primitivo. Foi suprimida dos textos religiosos pela Igreja Católica em 553 d. C., no Segundo Concílio de Constantinopla.

Todavia, é impossível que um espírito consiga alcançar a perfeição espiritual em uma única existência material. Por isso necessita submeter-se à prova de várias novas existências na matéria e, para isso, precisa renascer em um novo corpo físico que lhe serve de instrumento de manifestação e progresso.

Deus, em sua infinita sabedoria e bondade, não condena seus filhos a castigos eternos. Se nós, seres imperfeitos, somos capazes de perdoar e dar novas oportunidades aos nossos filhos, Deus age ainda melhor, pois nos permite renascer na matéria tantas vezes quantas sejam necessárias ao nosso aperfeiçoamento.

Com isso qualquer espírito tem, portanto, que passar por muitas existências corporais e, a cada nova existência, dá um passo no caminho do progresso. Quando se libertar de todas as suas imperfeições, não terá mais necessidade das provações da vida corporal.

Cada nova existência proporciona ao Espírito um novo ponto de recomeço, porém sem as lembranças pretéritas. O esquecimento do passado nas sucessivas reencarnações é útil, pois a lembrança do passado poderia trazer inconvenientes muito graves, posto que poderia humilhar o Espírito diante de antigos desafetos, ou então lhe exaltar o orgulho e, por isso mesmo, dificultar-lhe o exercício do livre arbítrio. Quantos, ainda mesmo durante a existência material, não gostariam de poder esquecer fatos desagradáveis, erros e desavenças?

Acresce-se ainda que o Espírito frequentemente renasce e se encontra em relação com as mesmas pessoas, a fim de reparar o mal que lhes tenha feito. Se nelas reconhecesse as mesmas que havia odiado, talvez o ódio mútuo reaparecesse. A reencarnação proporciona a tão almejada oportunidade de recomeçar, livre de recordações que se constituiriam obstáculos progresso do ser.

Com isso, o Espírito traz ao renascer aquilo que já adquiriu. Ele renasce exatamente como se fez. As virtudes já desenvolvidas estão presentes em seu caráter. Quanto às imperfeições, a encarnação oferecerá as oportunidades de resgate e transformação, não lhe faltando o merecido auxílio.

Sob a luz do Espiritismo, o aborto provocado constitui uma grave transgressão à Lei de Deus e sujeita quem o comete a sofrer reações corretivas, na intensidade adequada ao contexto em que foi praticado.

O aborto impede um espírito de reencarnar e de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que estava se formando. Consequentemente, uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes de seu nascimento. Tal ato poderá trazer graves repercussões para a mãe, na forma de sequelas de ordem física, emocional, mental e espiritual, e para o espírito reencarnante que sofre com a violência da destruição do organismo em formação e com a perda da oportunidade de retorno a matéria.

Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a Lei.

Muita Paz!

Referências bibliográficas:

  1. O Livro dos Espíritos – Allan Kardec

  2. Sob a luz do Espiritismo – Ramatis

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